A Fundação Getulio Vargas (FGV) repudia veementemente as alegações de utilização de inteligência artificial em seus processos acadêmicos, mencionadas na decisão proferida no PCA n° 0003296-49.2026.2.00.0000 (CNJ), que determinou prematuramente a suspensão do concurso público do Tribunal de Justiça do Estado do Ceará (TJCE).
A FGV reafirma, de forma categórica, que não utiliza e nunca utilizou qualquer ferramenta de inteligência artificial na elaboração de provas, nos processos de correção ou na análise de recursos em concursos e exames sob a sua responsabilidade.
As alegações apresentadas carecem de comprovação técnica e ignoram os rigorosos protocolos acadêmicos, operacionais e de segurança adotados institucionalmente pela FGV ao longo de décadas de atuação em concursos públicos e exames de alta complexidade.
Os certames da FGV são conduzidos por bancas acadêmicas compostas de professores mestres e doutores, cujas atuações são pautadas no rigor técnico e na excelência em todas as etapas dos processos seletivos.
A FGV reitera o compromisso histórico da instituição com a lisura, a segurança jurídica, a transparência e a credibilidade dos concursos que realiza e confia no devido esclarecimento técnico dos fatos pelas vias adequadas.
A propagação de alegações sem comprovação incita a desinformação nas redes sociais e compromete, injustamente, a credibilidade das instituições envolvidas, FGV e TJCE, bem como dos profissionais comprometidos com o elevado padrão técnico e ético estabelecido pela FGV.
A Fundação sempre esteve à disposição para prestar quaisquer esclarecimentos prévios que se mostrassem necessários, justamente para evitar a paralisação prematura e prejudicial do certame, medida que impacta centenas de candidatos, a Administração Pública e a sociedade.
Fundação Getulio Vargas